segunda-feira, 7 de março de 2011

Marketing Verde: Por que minha empresa deve adotar? Quais são os bons motivos?


* Nina Soraya Pires

Diante da busca por inovação e diferencial para um produto/serviço ou até mesmo como uma boa imagem para a organização, o marketing verde está sendo usado como estratégia. Para viabilizar este objetivo é necessário desenvolver uma cultura de comunicação capaz de integrar conteúdos de vários departamentos técnicos ligados ao meio ambiente e qualidade de vida.

Trata-se de uma ferramenta capaz de projetar e sustentar a imagem da empresa, difundindo-a com uma nova visão de mercado, mostrando sua diferenciação ecologicamente correta junto à sociedade, fornecedores, funcionários e ao mercado. O Marketing Ambiental, também conhecido como Marketing Verde, Ecologicamente Correto ou Ecomarketing, extrapola a mera publicidade ou divulgação dos produtos ou serviços oferecidos por empresas que querem veicular na mídia e no meio profissional ou para o consumidor a aplicação de métodos ambientalmente corretos aplicados ao seu gerenciamento interno ou na produção ou prestação de serviços.

O Marketing Ambiental não se limita à promoção de produtos que tenham alguns atributos verdes (tais como recicláveis e produtos que não destruam a camada de ozônio). Isso porque, para posicionar-se como ambientalmente responsável, a empresa deve, antes de mais nada, organizar-se para ser uma empresa ambientalmente responsável em todas as suas atividades. Para isso, todos os funcionários devem estar conscientes de que a empresa não pode ter nenhuma falha em seu comportamento ambiental, pois é muito difícil e demorado o processo de reconstrução da imagem de uma empresa previamente retratada na mídia como ambientalmente irresponsável. Além disso, a empresa deve adotar um comportamento pró-ativo, ou seja, deve estar sempre aperfeiçoando seu comportamento ambiental, pois as expectativas da população quanto ao verde está em constante mudança e os objetivos que as empresas devem buscar atingir, em termos de emissões atmosféricas, por exemplo, são ideais (emissão zero de partículas poluentes). Por isso, para atingir tais objetivos, as empresas devem traçar metas cada vez mais rígidas.
Bem, foi explicado como o marketing verde pode ser usado, e agora vou colocar os motivos para adotar esse programa. As fontes de onde foram extraídos os motivos se encontram no final do artigo.

Alguns (bons) motivos para que a sua empresa adote um programa de marketing ambiental

1. Funcionários e Acionistas sentem-se melhor por estarem associados a uma empresa ambientalmente responsável, e essa satisfação pode até mesmo resultar em aumento de produtividade da empresa.

2. Redução de Custos - Ocorre na medida que a poluição representa materiais mal aproveitados devolvidos ao meio ambiente.

3. Facilidades na Obtenção de Recursos - Bancos e, principalmente, organizações de desenvolvimento (como o BNDES e o BID) oferecem linhas de crédito específicas para projetos ligados ao meio ambiente com melhores condições, tais como maior prazo de carência e menores taxas de juros. Além disso, a maior parte dos bancos analisa a performance ambiental das empresas no momento de conceder financiamentos. Dessa forma, empresas mais agressivas ao meio ambiente podem precisar pagar juros mais altos ou até mesmo ver negado seu pedido de financiamento.

4. Pressão Governamental - Os diversos Governos no mundo, através de legislação, vem buscando punir através de multas e proibições, práticas das empresas que tenham impactos ambientais significativos. A legislação vem sendo cada vez mais rigorosa na busca pelo "Impacto Ambiental Zero". O Governo ainda pode atuar através de suas compras, ou seja, proibindo a aquisição, por parte de suas empresas e orgãos, de produtos que afetem significativamente o ambiente físico e estimulando a consumo de produtos "ecologicamente corretos".

5. Pressão das ONGs - As diversas ONGs pressionam empresas através de campanhas veiculadas na imprensa e lobby junto a legisladores. Empresa sob a mira de uma das principais ONGs será bombardeada na imprensa e provavelmente passará a ser percebida pela população como ambientalmente irresponsável, o que representa forte publicidade negativa.

Iniciativas brasileiras
Ao utilizar o chamado marketing verde, as empresas gastam menos por trabalhar próximo a organizações da sociedade civil, ser o foco de atenção crescente da mídia e ainda por atrair o apoio voluntário de formadores de opinião. Além disso, o grupo de consumidores responsáveis, que hoje é inferior a 10% do total de compradores, tende a crescer nos próximos anos, o que pode fazer com que os pioneiros tenham mais experiência e consigam com isso vantagem competitiva importante. Esse é o diagnóstico do Walk the Talk, estudo elaborado pelo Pacto Global (uma iniciativa da ONU em prol da responsabilidade social), Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas e a consultoria francesa Utopies.

O relatório, divulgado no final de 2005, destaca duas empresas brasileiras: Natura e Pão de Açúcar. A empresa de cosméticos é uma das cinco citadas como pioneiras do marketing verde no mundo. No caso da rede de hipermercados, o relatório menciona, no capítulo sobre as grandes empresas, o projeto Caras do Brasil, iniciativa do Pão de Açúcar que consiste em colocar produtos de pequenos agricultores à disposição dos consumidores. O projeto é citado como uma das dez iniciativas de grandes empresas, que, segundo o estudo, ainda não utilizam o marketing verde em larga escala, mas já flertam com a proposta. O estudo considerou grandes empresas aquelas que estão, em seus países, entre as dez que mais investem em publicidade.

Para o estudo “Walk the Talk”, o marketing verde é viável economicamente — em particular para empresas que não dispõem de grande somas para publicidade — porque as ações social e ambientalmente responsáveis são cada vez mais discutidas na sociedade, o que agrega valor ao produto e à empresa. Além disso, o estudo apresenta uma pesquisa que afirma que 70% dos consumidores gostariam de consumir produtos socialmente corretos e só não o fazem mais freqüentemente por falta de informação.

O relatório diz também que, ao adotar esse tipo de marketing, as empresas se beneficiam do apoio de outros agentes. É que geralmente as corporações que adotam a proposta se associam ao poder público e a organizações não-governamentais — que indiretamente promoverão o produto e a marca.

O relatório lembra ainda que produtos e serviços social e ambientalmente corretos são apoiados por formadores de opinião. Para ilustrar esse aspecto, o estudo cita o caso do Toyota Prius — modelo de automóvel movido a gasolina e eletricidade, que reduz em até 90% a emissão de poluentes. Desde 2003, atores indicados ao Oscar — como Leonardo di Caprio, Morgan Freeman, Salma Hayek e Charlize Theron — chegam à cerimônia de entrega do prêmio de Hollywood nesses carros.

Embora o relatório mencione que uma das maiores vantagens do marketing verde seja o seu baixo custo, o estudo ressalta que a estratégia pode ser uma alternativa para promover elevação real nas vendas. Uma das empresas que aposta no marketing verde e tem bons resultados financeiros é a brasileira Natura, de acordo com o Talk the Walk. O relatório menciona ganhos recentemente obtidos pela empresa de cosméticos: crescimento de 32% nas vendas no período 2002-2004 (ante elevação de 20% do mercado de cosméticos), fazendo com que a fatia de mercado da empresa alcançasse 19%; receita de US$ 604 milhões (em 2004); e valor da marca equivalente a 113% do volume de vendas anual.

Fontes: UOL-BBC / Prima Pagina / AMDA


segunda-feira, 12 de julho de 2010

Shrek Para Sempre


Sem Andrew Adamson, Shrek nunca mais foi – e nem será – o mesmo. O diretor soube bem dosar o humor ácido e as referências das duas primeiras partes, mas a terceira parte, sob a direção do então estreante no cargo Chris Miller, já não tinha mais o mesmo encanto das outras.

Em Shrek Para Sempre, Mike Mitchell (diretor de Sobrevivendo ao Natal e Gigolô Por Acidente) tenta resgatar a reputação da franquia, que supostamente chega ao fim, e também dar continuidade à arrecadação gigantesca nas bilheterias. Não conseguiu nem uma coisa, nem outra.

Nos EUA, onde o filme já se encaminha para sair de cartaz, a arrecadação não chegou nem ao patamar do primeiro e nem na metade do que fez Shrek 2. No restante do mundo (o filme já estreou em cerca de 20 países), a arrecadação tem tido o mesmo resultado frustrante que nos EUA. Além disso, a crítica também tem sido pouco favorável ao longa.

Em Shrek Para Sempre, o famoso ogro e sua amada Fiona mantém uma vida pacata no pântano, cuidando dos filhos e servindo de atração turística para os humanos, que não mais têm medo daquelas criaturas. Entediado com a situação e clamando por poder voltar a ser o temido e livre ogro que era antes, Shrek cai na lábia do mágico Rumpelstiltskin, que oferece a ele um contrato, no qual Shrek poderá ter um dia como no passado, em troca de dar um dia de sua infância para o mágico.

Shrek, então, é enviado para um mundo totalmente modificado, onde tudo é permitido e o surrealismo impera. Mas ele percebe que algo deu errado no contrato e precisará correr contra o tempo para desfazer o erro.

Como disse o Burro, numa das suas melhores sacadas: “Shrek tornou-se o próprio paradoxo metafísico!”. Pena que não é só o ogro que fica perdido na trama, sem saber como resolver o problema que ele mesmo criou. O roteiro se perde em meios à diversidade de opções de caminhos criados e apela para realidades paralelas e “efeitos-borboleta”, algo que poderia ser complicado e inteligente, mas é resolvido de maneira simplista e piegas.

As piadas só começam a funcionar lá pelas tantas, quando finalmente surge o Gato de Botas, em sua “versão alternativa”. Ele salva a graça e consegue arrancar algumas risadas das crianças que, até então (pelo menos na minha sessão), não haviam sequer se manifestado. Também pudera: com clima mais puxado para o drama, traduções péssimas e desnecessárias de algumas músicas (na versão dublada em português), um vilão sem graça e de nome dificílimo para as crianças brasileiras (repitam comigo: Rum-pel-stilt-skin), ação ineficiente e clima excessivamente sombrio, as reações não poderiam ser outras.

Shrek Para Sempre consegue ser um pouco melhor do que Shrek Terceiro, mas se esta for mesmo a sua despedida das telonas – e oxalá seja –, a chave utilizada para ir embora foi de latão e da porta dos fundos.

Filmagens de 'Amanhecer' ganham data, e não passarão pelo Brasil


A Summit Entertainment confirmou a data do início das filmagens de 'A Saga Crepúsculo: Amanhecer'.

O longa está programado para começar sua produção em Setembro deste ano. A produção passará por Vancouver, no Canadá, e Baton Rouge, na Louisiana.

As filmagens serão finalizadas no começo de 2011.

A cena em que Bella e Edward viajam para o Rio de Janeiro não deve ser filmada no Brasil, infelizmente.

A Summit cogita filmar a segunda parte de 'Amanhecer' em 3D, mas não se pronunciou a respeito. Como a empresa é meio pão dura, é bem capaz do longa ganhar uma conversão para o formato.

Bill Condon será o diretor. Ele tem no currículo filmes de prestígio como 'Kinsey - Vamos Falar de Sexo' e 'Dreamgirls - Em Busca de Um Sonho'.

Catherine Hardwicke ('Aos Treze') dirigiu 'Crepúsculo', Chris Weitz ('A Bússola de Ouro) comandou 'Lua Nova' e David Slade ('30 Dias de Noite') tomou conta de 'Eclipse'.

Em 'Amanhecer', Edward e Bella finalmente se casam. Mas ainda como humana, Bella engravida. Uma gravidez que colocará sua vida em perigo, despertara a irá dos lobisomens e fará os Volturis sentenciar todos os Cullens à morte.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Bilheterias EUA: 'Shrek para Sempre' lidera, mas decepciona


Shrek Para Sempre', último filme da franquia 'Shrek', estreou em primeiro lugar nas bilheterias norte-americanas, mas foi considerado um fracasso...

A DreamWorks Animation havia anunciado que esperava arrecadar baixos US$ 80 milhões no primeiro fim de semana, e ainda assim se decepcionou: a animação fez apenas US$ 71,2 milhões.

Vale lembrar que em seu final de semana de estreia, 'Shrek 2' fez US$ 108 milhões e 'Shrek Terceiro' arrecadou US$ 121 milhões.

Depois de enfrentar um dragão, resgatar a princesa e salvar o reino de seus sogros, Shrek virou um homem de família. Ao invés de assustar os moradores locais, agora o ogro verde vive dando autógrafos. Mas o que aconteceu com o valente marido de Fiona? Pensando no passado, Shrek assina um pacto com o falante duende Rumplestiltskin, e subitamente se vê em uma versão alternativa e deturpada do reino de Tão Tão Distante, onde os ogros são caçados. Além disso, ele e Fiona perdem seus postos, já que Rumplestiltskin toma os seus lugares ao se tornar o rei. Agora, só Shrek pode desfazer seu erro, salvar seus amigos, seu reino e sua esposa.

O filme tem estreia prevista para 9 de julho no Brasil e é uma das grandes promessas de bilheteria do ano.

'Homem de Ferro 2' ficou com o segundo lugar, e arrecadou mais US$ 26 milhões. A ação já arrecadou saudáveis US$ 251 milhões nos EUA e US$ 506 milhões mundialmente.

Sofrendo pressão do governo, da mídia e do público para compartilhar sua tecnologia com as forças armadas, Tony reluta em divulgar os segredos por trás da armadura do Homem de Ferro, temendo que as informações caiam em mãos erradas. Tendo Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e James "Rhodey" Rhodes (Don Cheadle) a seu lado, Tony estabelece novas alianças e enfrenta novas e poderosas forças.

Já 'Robin Hood' realmente pode ser considerado um fracasso na carreira de Ridley Scott e Russel Crowe. A megaprodução ficou com o terceiro lugar, custou US$ 200 milhões, e soma apenas US$ 66 milhões em 10 dias nos EUA. Mundialmente fez fracos US$ 191 milhões.

O destemido arqueiro Robin Hood (Russell Crowe) e seu bando de saqueadores eram ladrões que se preocupavam somente com suas próprias vidas. Até que decidem enfrentar o poder e a corrupção que tomou conta da cidade de Nottingham, sufocada pelos altos impostos e dominada pelo xerife local (Matthew Macfadyen). Em sua luta contra os poderosos e a favor dos oprimidos, Robin passa a ser considerado um fora da lei e, durante sua cruzada, acaba conhecendo e se apaixonando por Lady Marian (Cate Blanchett).

'Cartas para Julieta' ficou com a quarta posição. O romance, que tem Amanda Seyfried ('Querido John') no elenco, fez US$ 9 milhões.

O fracasso da semana foi a estreia da comédia 'MacGruber', sátira a MacGyver. O longa estreou em sexto lugar, com apenas US$ 4 milhões.

Confira os filmes mais vistos nos EUA neste final de Semana:

1. Shrek Para Sempre (US$ 71,2 milhões)
2. Homem de Ferro 2 (US$ 26,6 milhões)
3. Robin Hood(US$ 18,7 milhões)
4. Cartas para Julieta (US$ 9,1 milhões)
5. Just Wright (US$ 4,2 milhões)
6. MacGruber (US$ 4,1 milhões)
7. Uma Noite Fora de Série (US$ 2,8 milhões)
8. A Hora do Pesadelo (US$ 2,2 milhões)
9. Como Treinar o Seu Dragão (US$ 1,8 milhão)
10. Kites (US$ 1 milhão
)

Mais um cartaz de 'Pânico 4'

O quarto filme da franquia 'Pânico' ganhou mais um cartaz.

A Dimension Studios está empolgadíssima com o reínicio da franquia, e continua divulgando artes para promovê-lo.

Confira:


Ashley Greene ('Eclipse'), Hayden Panettiere ('Heroes'), Lake Bell ('Simplesmente Complicado') e Rory Culkin ('Más Companhias'), irmão de Macaulay, estão em negociações para o elenco do quarto filme.

Veja a descrição dos personagens:

Ashley Greene deve viver Jill Kessler, prima de Sidney e nova protagonista. personagem principal do Ela é descrita como "Bonita de forma ingênua. Inteligente e forte. Um pouco ingênua, mas sexy. Cheia de contradições, mas simpática." Ela não era próxima de Sidney.

Hayden Panettiere negocia para Kirby Reed, melhor amiga de Jill. "Era feia, mas se tornou bastante sexy. É uma nerd que ama filmes".

Rory Culkin deve viver Charlie Walker, que tem uma queda por Jill.

Lake Bell será Judy Hicks, "Policial. Decididamente sexy. Ela foi para a escola com Sidney, que não se lembra dela. Tem Dewey Riley como chefe."

Sidney (Neve Campbell) viveu 10 anos sem ser atormentada pelomascarado, reconstruiu sua vida e escreveu um livro. 'A Punhalada', filme dentro do filme, vai ganhar mais uma sequência. E é claro que Ghostface retorna.

A história retorna a Woodsboro, cidade natal de Sidney Prescott, onde o estabanado policial Dewey será xerife.

Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette estão no elenco. Wes Craven (trilogia 'Pânico') retorna à direção.

A trilogia arrecadou mais de U$ 600 milhões ao redor do mundo.

O longa estreia nos EUA em 15 de Abril de 2011.

sábado, 8 de maio de 2010

'A Era do Gelo 4' é oficializado


A franquia de animação 'A Era do Gelo' teve sua quarta parte anunciada oficialmente.

A 20th Century Fox revelou que deu sinal verde para o quarto filme, que tem o título 'Ice Age: Continental Drift'.

A estreia foi marcada para 13 de julho de 2012.

A cada filme, a franquia obteve mais sucesso financeiro: O primeiro fez US$ 383 milhões mundialmente, o segundo fez US$ 655 milhões e 'A Era do Gelo 3' arrecadou incríveis US$ 900 milhões mundialmente. Vale lembrar que o terceiro filme foi a maior bilheteria brasileira no ano de 2009.

'Ice Age: Continental Drift' será filmado em 3D.

Não foi informado se o brasileiro Carlos Saldanha volta à direção.

sábado, 1 de maio de 2010

Yey! Warner anuncia OFICIALMENTE data de estreia de 'Batman 3'


Após toda a novela envolvendo os mistérios da demora para 'Batman 3' ser anunciado, os fãs podem respirar aliviados.

A Warner Bros. anunciou oficialmente a data de estreia do terceiro 'Batman', a ser dirigido novamente por Christopher Nolan ('A Origem') e estrelado porChristian Bale.

Marquem nas agendas: 20 de Julho de 2012.

As filmagens começam no meio do próximo ano.

Vale lembrar que para o mesmo dia, do mesmo ano, também está marcada a estreia do recomeço de 'Homem-Aranha'. Será que a Sony vai querer bater de frente com o Homem Morcego?

David Goyer (que co-roteirizou 'Batman Begins' e 'O Cavaleiro das Trevas') repete a parceria com Jonathan Nolan, irmão do diretor Cristopher, e atualmente escreve o roteiro.